
"Ela não via apenas um bebê no colo de Maria; via a consolação de Israel rompendo quatro séculos de silêncio profético."
Uma viúva de oitenta e quatro anos que transformou o luto em liturgia. Nas sombras das colunas do Templo de Herodes, Ana manteve a chama da esperança acesa através de jejuns e orações incessantes. Ela não apenas esperava pelo Messias; ela O reconheceu no choro de um recém-nascido, tornando-se a primeira mulher a proclamar a redenção de Jerusalém no período neotestamentário.
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